"(...)But my thoughts you can't decode(...)(...)Do you see what we've done?We're gonna make such fools of ourselves.." ♪
Saber a verdade é doloroso.
É como se eu tivesse com mil agulhas penetrando cada minúsculo poro do meu corpo!
Como se uma pedra gigante esmagasse meu coração,ou uma corda me prendesse a respiração.
Saber que, definitivamente, não liga a mínima, e que nada é como eu via me faz desmoronar lentamente por pedras pontiagudas.
Uma tortura que pertuba meus pensamentos e me pesa a alma.
Afinal, eu achava sinceramente que estava aprendendo de novo a rir verdadeiramente. Que era você quase minha salvação.
Afinal, eu achava sinceramente que estava aprendendo de novo a rir verdadeiramente. Que era você quase minha salvação.
Toda manhã um pesadelo.
Toda tarde, carros passando desenfreadamente com uma velocidade de enlouquecer.
A mesma velocidade que os meus pensametos rodeiam minha cabeça, que minhas lembranças me maltratam.
Mesma velocidade que seu nome percorre meu sangue quente, e me estremece as vertebras.
Ao anoitecer, com menos carros nas avenidas, e sem o barulho ensurdecedor, a serenidade do cenário de volta é o seu semblante refletido. A segurança dos seus braços, que com tanta frequência eu tinha.
Cada prédio que passa lentamente por mim, é uma lembrança dos erros que cometi vida fora. Vejo nitidamente cada um passar por mim, toda uma vida de impulsos.
Então, fico a me perguntar, se o que acontece agora, é reflexo de um passado errôneo, ou se é apenas um castigo pelos descasos e maltratos que causei.
Como eu disse, é doloroso demais decodificar a verdade.
Doloroso saber que nada mais era como antigamente,
mais ainda... sentir quanta falta me faz. O sufoco.
E mais doído é quando eu penso, como foi que eu perdi tão rapidamente algo que eu sempre quis,
e só não me dei conta, que agora eu tinha.
TINHA!
Não crer no óbvio, me parecer ser a melhor maneira de levar as coisas!